terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Capítulo 41 + Aviso.

POV Manu

"Não me diga que..." Parei. "Cody, sua ex-namoradinha tá pedindo pra morrer."

"Não me lembre desse episódio, não é momento pra isso Amor."

"Desculpa." Suspirei. "Mas se alguma coisa acontecer com a minha filha, ela pode se dar como morta."

"Nada vai acontecer, se acalma." Matt me olhou. "Vamos ter que dar um jeito de acalmar a imprensa." Parou em frente ao hotel em que estava. Matt entregou o carro ao manobrista e subimos.

"Beleza, coletiva?"

"Não, você e a Manu terão que ir juntos. Não vai demorar pra alguém ligar e marcar entrevista."

"Ok. Mas onde a gente vai ficar até amanhã?"
"Se quiserem podem ficar aqui, vou sair hoje."
"Mas nossas coisas tão lá, relaxa ai Matt, a gente tem segurança lá."
"Ok, mas qualquer coisa me avisem." Pausou. "Vão em algum lugar?"
"Íamos." Revirei os olhos.
"Vamos." Cody me olhou e passou o braço por minha cintura.
"Vou descer com vocês." Trancou a porta e descemos. Cody e eu fomos pro shopping com 4 seguranças, como na maioria das vezes.
"Gata, você vem sempre aqui?" Falou no meu ouvido e mordeu a ponta da minha orelha. Ri fraco.
"Não fofo, só quando você ta por aqui, sabe." Rimos e demos um selinho rápido. "Senti saudades disso... Ou melhor, quase isso."
"Como assim, mor?"
"É que... Não me sinto a vontade rodeada de 4 gigantes, mor." Cody parou e falou com um deles, liberando-os por algumas horas.
"Pronto." Me puxou pra um canto que ficava entre os corredores. "Agora é só nós dois." Sorriu e colocou uma mecha do meu cabelo pra trás.
"Eu te a..." Me beijou descendo as mãos pra minha cintura e apertando-as. Sorrimos entre o beijo, baguncei seu cabelo e ele mordeu meu lábio inferior ao parar o beijo.
"Vamos sair daqui antes que alguém nos pegue." Riu.
"Hashtag partiu... Comprar gominhas?"
"Opa, partiu." Ri. Depois de comprar as gominhas, fomos comprar os presentes. Pegamos um táxi e passamos em volta do hotel, mas ainda haviam algumas fãs do Cody por lá.

POV Cody

"Não vai ter jeito, amor."
"Então a gente enfrenta, Dy."
"Certeza?"
"Absoluta, fofo." Ri. Coloquei a jaqueta, um óculos e um boné. Manu soltou o cabelo e colocou o óculos de grau. Quase na entrada do hotel ela tropeçou e acabou caindo. 
"Consegue levantar e correr até lá?" 
"Não..." Pausou. Sua voz era de choro. "Tá do-endo." O único jeito era pegá-la no colo, foi o que fiz. Alguns seguranças perceberam nossa dificuldade, ou melhor, nos identificaram e nos cercaram. Aos poucos a bagunça aumentou, algumas pessoas perceberam nossa presença e acabaram gritando que estávamos ali. Com um pouco de dificuldade conseguimos chegar. Levei Manu no colo para o quarto e pedi uma bolsa de gelo. Assim que entramos bateram na porta, a coloquei na cama e fui atender.
"Quem era?" Pergunto assim que fechei a porta.
"O gelo. Toma, coloca ai." Me sentei ao lado dela. "Melhorou, amor?"
"Sim, pelo jeito não foi grave, é que eu cai em cima." Ri. "Mas... E quanto a Gabi?"
"Onde tá meu iPhone, bê?"
"Minha bolsa." Pegou o celular na bolsa e me entregou.
"Posso mesmo?" A olhei e ela balançou a cabeça concordando.
@CodySimpson: Se acalmem galera, já já eu explico.
"Amor, tem certeza disso?" Nos olhamos. Ela sorriu e eu coloquei uma das minhas mãos em seu rosto.
"Me dá seu celular?" A entreguei. "Obrigada." Por um instante, pensei que ela iria tweetar algo, mas não. Ela me olhou sapeca com aquele sorriso malicioso no rosto e subiu em mim. Suas mãos subiram juntamente com minha camisa, livrando-se dela em questão de segundos. Ela descia e subia as mãos pelo meu abdômen causando leves arranhões. Nossos lábios se encontram, minhas mãos passeavam por seu corpo até me livrar de suas roupas.
"Meu amiguinho não tá afim?" Apontou para meu membro.
"Ai já é contigo!" Ergui as mãos em sinal de rendimento e ela riu. Suas mãos pausaram em meus ombros e ela começou a rebolar. Eu já estava pra explodir quando ela parou e tirou minha box, começando a me masturbar. Nosso beijo se intensificou, nos livramos das últimas peças que nos separavam. A deitei ficando por cima, me lembrei do preservativo, mas não, eu não queria hoje. Ela não se importou, o que é um milagre. A penetrei, e escutar ela gemendo meu nome me levava a loucura. Prazer ainda era pouco. Ela sabia como me deixar louco. Quase duas horas no paraíso, sim, paraíso. Era onde ela me levava nessas horas. Nada melhor que um banho para se recompor, foi o que fizemos. Deitamos e os pensamentos me dominaram.
Incrível ainda é pouco. Ela chegou pra ficar. O que essa garota tem? Um sorriso, um olhar, um toque é suficiente para me fazer arrepiar. Não tinha mais jeito, era ela. Para sempre era ela. Minha pequena, minha razão de continuar vivendo por todos os dias. Ela me laçou, coisa que eu achei que nunca nenhuma mulher seria capaz de fazer. Ela me leva aos céus com um simples beijo. Amar nunca foi meu forte, mas isso era a única coisa que eu fazia durantes esses últimos anos. Era loucura, era paixão e acima de tudo era amor. Alguns não concordam com esse nosso jeito, mas e daí? É o nosso jeito de ser feliz, o destino quis assim e ninguém vai poder mudar. O que eu sinto por ela? Não sei. Sinceramente não sei explicar. 
"A-M-O-R?!" Ela estralou os dedos em minha frente, me tirando os pensamentos. "Eu tava falando com você..." Me olhou rindo.
"Desculpa" Ri.
"É que a gente não usou preservativo." Ela mordeu os lábios.
"Eu sei" Passei o braço em volta de seu corpo, a ajeitando para mais perto de mim.
"Cody Robert Simpson!" Me olhou brava, mas abriu aquele sorriso bobo. "Eu te odeio, seu mané." Rimos.
"Eu te amo." Beijei o topo da cabeça dela.
"O que estava pensando?" Inclinou a cabeça para me olhar.
"No que diabos você fez para me deixar assim." Seu olhar era de confusão. "Louco, apaixonado. Capaz de enfrentar o mundo para te satisfazer, te fazer feliz a todo segundo. Eu dou a minha vida por você e pela pequena." Ela sorriu.
"Que culpa eu tenho se sou capaz de te laçar?" Ela riu se gabando.
"Parabéns. Seu feitiço funcionou, Princesa fantasiada! Eu sou inteiramente seu, para sempre. Eu nunca vou te deixar em paz, entendeu? Nunca! Você é minha."
"Eu te amo, eu te amo, eu te amo...!" Me encheu de beijos. "Hoje foi o dia mais perfeito dessas últimas semanas..." Sorriu.
"Você é uma bobinha." Comecei a fazer cócegas nela que ria descontroladamente. "Fala: Cody eu te amo e você é minha vida." Ela mal conseguia respirar de tanto rir, me divertia com aquilo. Com muita dificuldade ela conseguiu falar, a beijei e ela mordeu meus lábios com força.
"Viu, eu não sou bobinha." Me deu língua e ri.
"Você é pior que a Gabrielle, hein." Me joguei ao lado dela. Ficamos nos olhando por um tempo.
"Cody?" "Manu?" Falamos juntos e ela riu.
"Você primeiro." Ambos novamente.
"Eu te amo." Rimos daquela situação. As mesmas palavras dita pelos dois, três vezes seguidas. As horas foram se passando, ríamos entre beijos e carícias, lembrávamos do passado, dos momentos bons que passamos juntos. Ela contou sobre a vida antes de me conhecer e eu fiz o mesmo. Manu acabou pegando no sono, resolvi fazer o mesmo. Tê-la ali, ao meu lado e em meus braços parecia ser um sonho. Dormi em meio aos pensamentos novamente.

POV Manu - 1 ano e 5 meses depois. 
Acordei no meio da noite não muito bem, sai dos braços de Cody com muito cuidado para não acordá-lo. Deitei-me novamente e os pensamentos me invadiram. Enjoos com frequência, três meses de atraso, quatro quilos a mais, sono fora do normal... Não, não é possível. Calma Manuela, calma...!
"O que faz acordada a essa hora me olhando?" Ele abriu os olhos me assustando mais ainda. "Que carinha é essa, anjo?"
"Co-cody..." Minhas palavras não saiam... Não podia, isso não podia estar acontecendo. Não podia, não agora.
"Cara, você tá pálida."
"Tá atrasada Cody."
"O que ta atrasada?" Me olhou confuso.
"Três meses e ainda não veio, eu..."
"VOCÊ TÁ FALANDO SÉRIO?" Ele deu um pulo na cama com o melhor sorriso que conseguia dar.
"Não Cody, não!"
"Ela já tem 3 anos, calma. Não vai ser nada demais. Amanhã a gente vai no laboratório, pra ter mais certeza, ok?"
Como ele conseguia ficar calmo e feliz? Eu estava desconfiada que... AI MEU DEUS!
"Sua mãe vai me matar..." Pausei. "PARA DE SORRIR ASSIM, ISSO NÃO PODIA ACONTECER!"
"Cara, é impossível... Eu estou em turnê com Justin Bieber, e acabo de receber a notícia de que talvez vou ser papai novamente. EU VOU EXPLODIR DE FELICIDADE SUA MALUCA!" Ele me abraçou loucamente.
"Você não é normal, na boa..." Ri. Ficamos conversando por um tempo e adormecemos. Cody me acordou cedo, desesperado para que eu fizesse o exame antes de viajarmos por conta da turnê. Fomos ao laboratório, nada do que não esperávamos. 2 meses de gravidez. Cody, eu juro que ainda te mato.
"EU VOU SER PAPAAAAAAAI!" Ele me pegou no colo e me girou no ar.
"ME COLOCA NO CHÃO SEU MALUCO!"
"EU TE AMO CARALHO,  EU TE AMO! CASA COMIGO, CASA COMIGO LOGO..." 
Eu perdi o chão, fiquei paralisada o encarando. Seus olhinhos brilhavam como diamantes. 
"Eu.. Não... Ai meu Deus!" Sai da transe. "EU CASO AGORA! EU TE AMO MALUCO!" Ele me abraçou com toda a força do mundo. Alli e Jake estavam paralisados olhando tudo. Eles pareciam não ucreditar no que viam. Cody se afastou, ao selar nossos lábios senti um gostinho salgado, abri os olhos e eles estava chorando... Aquele era mesmo meu Cody ou que diabos aconteceu com ele?
"Amor, você tá bem? Certeza?" Ele sorria feito bobo e se abaixou na altura da minha barriga, alisando-a e depois dando um beijo. 
"Vai ser um garotão." Eu ri com a situação. 
"Levanta daí, vamos embora loiro!" Disse enquanto ria. 
"Vamos. Antes de embarcarmos, a gente se casa no cartório e depois vemos o resto." Aquelas palavras eram músicas para o meu ouvido. Nem eu acreditava. Fomos para a casa da tia Angie. Reunimos todos e contamos a novidade. Foi parabéns daqui, parabéns dali e por fim a briga.
"Eu quero uma menina." 
"Não Brad, vai ser um menino."
"Eu quero um casal." Alli foi mais a frente.
"MALUCA! Ganhou do seu irmão." Ri.
"O que a nossa mamãe acha que vai ser?" Tia Angie passou a mão em minha barriga.
"Não sei... Queríamos um menino, mas o que vier vai ser amado do mesmo jeito." Sorri boba e todos riram. Depois de muita bagunça, curtimos um pouco a Gabi, que por sinal já estava enorme e faladeira, totalmente peralta e a cara do Cody. Aliás, ela puxou ele em praticamente tudo, até no gênio. Cody fez questão que eu me deitasse cedo, ele disse que eu precisaria descansar e o bebê também. Tudo novamente... 7 meses pela frente. Mas estamos felizes e isso é o que importa. Cody também se deitou comigo, já que amanhã cedo ele tinha uma reunião, daqui uma semana voltaríamos para a turnê. Sim, eu o acompanhava e as vezes a pequena ia conosco, como dessa vez. Ficamos discutindo um pouco sobre o sexo e o nome do bebê que acabamos adormecendo, Cody sempre com aquela mania de dormir com os braços em volta do meu corpo com nossos dedos entrelaçados e as pernas entre as minhas. Meu loiro, meu loiro de sempre e para sempre. 

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E ai galera... Tudo bem com vocês? Primeiramente, eu queria pedir desculpas pela demora, minha vida tá corrida e nada boa. Espero que compreendam, e também queria dizer que eu andei pensando em excluir o blog, mas eu não posso fazer isso, não quero abandonar aqui. A questão é que ninguém mais comenta, nem pelo twitter e isso tá me deixando chateada poxa... Espero que gostem do capítulo, até deixei um pouco maior por conta do atraso, comentem por favor. E qualquer coisa eu to no twitter (mudei de user), @waitcody

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Capítulo 40

POV Cody
Acordei e Manu ainda estava dormindo, Matt me ligou pedindo para que eu descesse ao refeitório.
"Bom dia Cody"

"Bom dia, eu acho..." Fizemos nosso toque.

"Cadê a Manu?"

"Dormindo, ainda." Revirei os olhos.

"Bom, o namoro está assumido e a filha?" Riu.

"Acha que eu devo contar logo?"

"Bom cara, faz o que tu acha melhor, conversa com a Manu."

"Beleza, mas qual o assunto que queria falar?"

"Só pra avisar que amanhã o voo é as 9h ok?" Entregou as passagens.
"Valeu! Então até amanhã... 8h50 no aeroporto, estaremos lá." Matt foi embora e logo eu subi com um café pra Manu. Ela ainda dormia. Me sentei ao lado dela e lhe dei vários selinhos até acordá-la.
"Ai mor!" Colocou as mãos na testa e eu ri.
"Trouxe pra você" Entreguei a bandeja à ela que sorria. Logo depois ela colocou as mãos na boca, peguei a bandeja e ela correu pro banheiro.
"Mal estar..." Se sentou ao meu lado ao voltar.
"Vai comer agora?"
"Não, deita aqui comigo?"
"Se você deitar..." Ri.
"Você entendeu, Robert." A abracei e a deitei, ficando por cima dela. "Você é pesado, sai!" Rimos e me joguei ao seu lado. Entrelaçamos nossos dedos.
"Amor..."
"Oi?"
"Eu te amo."
"Eu te amo, Mô."
"Saudades da pequena..." Fitei nossas mãos ao alto entrelaçadas e percebi seu olhar em mim.
"Ela vai estar conosco da próxima vez, acha que tá pronto pra isso? Digo, pra mais uma assim..."
"Por mim todos já saberiam..." Pausei e a olhei. "Que foi você que eu escolhi pra vida toda, que foi você que me deu o melhor e maior presente do mundo, que só vocês podem me fazer felizes." Ela abriu aquele sorriso, e em um ato rápido me beijou. Finalizamos o beijo com selinhos.
"Posso considerar isso um sim?" Acariciei sua bochecha.
"Como quiser!" Sorriu. "Eu te amo tanto, meu anjo."
"Eu te amo muito mais, minha Princesa." Pausei. "Agora melhor comer um pouco..." Ri. Peguei a bandeja e coloquei em meu colo após me sentar de frente à ela.
"Tem mel?"
"Acha que eu ia esquecer?" Ri.
"É..." Riu. Pegou pão e comeu com mel. Tivemos uma leve briguinha porque ela não queria comer mais nada além disso, mas eu ganhei e ela acabou comendo umas frutas.
"Viu, não te matou comer mais um pouco."
"Me engordou."
"Para com essa paranoia de que ta gorda, amor. Não quero minha noiva um esqueleto no casamento." Ela sorriu.
"Mas é verdade, olha isso!" Apontou pra barriga.
"Nada demais, você tá normal e de verdade, para com isso."
"Af, menino chato."
"Que você ama..." Ela me olhou e me deu dedo do meio, o que me fez rir. "Vem cá bobinha." Peguei sua mão e a puxei colocando seu rosto entre minhas mãos.
"Para Dy" Desviou o olhar do meu.
"Olha pra mim e me promete uma coisa?" Ela me olhou e assentiu. "Promete que eu vou ser o único amor da sua vida? Que vai ser minha pra sempre? Que vai me abraçar, brigar comigo, me beijar, me dar bronca toda vez que eu chegar em casa e te ver estressada com aquele bando de crianças correndo pela casa?"
"Prometo." Selou nossos lábios. O beijo ainda era calmo, mas aos poucos foi ganhando intensidade. Ela desabotoava minha camisa enquanto eu apertava sua cintura. As respirações estavam aceleradas, ambos se desejavam naquele momento. Tirei sua roupa por completo e em seguida a calça que eu usava. Manu se posicionou e me puxou pra si, iniciando o beijo novamente. Quando eu ia começar, ela parou e me olhou séria.
"Não tá esquecendo nada?" Arqueou as sobrancelhas.
"É... É que..." Cocei a nuca.
"Acabou? Já? Mas faz dois dias que a gente não... Ah, esquece, uma vez ninguém vai morrer."
"Só pode acontecer de você engravidar, sabe..."
"Foda-se, anda logo com isso." Obedeci. A penetrei de uma vez. "Coooody!" Arranhou minhas costas. Aumentei os movimentos conforme seus gemidos. Trocamos de posição e ela ficou no comando e começou a rebolar. Dei sinal de que iria gozar, mas ela não se importou. Só pode estar de sacanagem comigo mesmo.
"Droga! Maldita hora pra você tocar!" Parou o que fazia enquanto eu olhava pro celular. "Quem é?" Me olhou séria.
"Sua cunhada bff"
"Deixa pra lá, mais tarde eu ligo." Sorri malicioso e a beijei. Continuamos nossa 'brincadeira' por mais ou menos uma hora, porque novamente fomos interrompidos.
~Ligação On~ 
"Que tu quer?" Manu atendeu.
"Nossa, mal humorada."
"Duas vezes, obrigada."
"What?"
"Desenrola Alli."
"Nossa, que bicho te mordeu?"
"Seu irmão, agora fala."
"Minha mãe quer saber a hora do voo amanhã."
"Porque não ligou pro Matt? Ele que tá com as passagens, ué."
"Credo mulher!"
"Cody acabou de dizer aqui, 9h. Agora tchau."
~Ligação Of~
"Acho que você deu na cara." Ri.
"Ah, to nem aí."
"Mor, tá tudo bem?"
"Sim..." Pegou uma roupa. "Vou tomar banho, vai comigo?"
"Aham." Mordi o lábio e ela riu.
Rolou mais um pouco no banho, até chegarmos ao nosso máximo.

POV Manu

Depois de sairmos do banho resolvemos dar uma volta pelo hotel.
"Eu não gosto de elevador." Agarrei a camisa que ele usava.
"Eu to aqui, relaxa mor." Ele deu um riso fraco e segurou minha mão, passando o braço por minha cintura.
"Ah não..." Apontei pra porta do hotel, onde haviam várias fãs de Cody.
"Vamos lá, não sei como descobriram, mas..." Me puxou. Quando viram Cody foi aquela gritaria. Os seguranças ficaram ao nosso redor. Não sabíamos o motivo de toda aquela loucura, até paracerem alguns reporters.
"CODY, UMA PALAVRINHA POR FAVOR!"
"QUAL O NOME DA BEBÊ? PODE NOS DIZER?"
Olhei pro Cody e ele me olhou. Não estávamos entendendo, Matt chegou e nos puxou de lá. Graças a Deus.
"O que ta acontecendo?" Perguntei enquanto entrávamos no carro.
"Apenas um nome..." Matt olhou para Cody.


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Antes de qualquer coisa, desculpem pelo atraso. Eu precisei viajar e acabei ficando sem internet ): Infelizmente minhas aulas começam terça, o que vai me prejudicar um pouco porque talvez vou ter aula a tarde também, mas acho que a partir de março. E tipo, minha escola é muito puxada, então não fiquem chateadas se eu demorar um pouco pra postar, minha vida vai estar um pouco corrida esse ano, afinal é o último do fundamental II. Espero que gostem e não esqueçam de comentar. E obrigada pelos comentários do último capítulo, eu amei <3